Beatriz tinha 7 anos quando foi morta dentro de um colégio de Petrolina. Foto: Reprodução/Facebook.

Os pais da menina Beatriz Mota, assassinada a facadas dentro de um colégio particular de Petrolina, realizaram um ato de repúdio em frente à Câmara de Vereadores do município. Ocorrido na manhã desta terça-feira (8), foi motivado pelo advogado de defesa de Alisson Henrique Carvalho Cunha, Wank Medrado, por ter usado a tribuna da câmara para defendê-lo. Alisson é suspeito de ter apagado as imagens das câmeras de segurança. A morte de Beatriz aconteceu em 10 de dezembro de 2015 e, até hoje, permanece sem nenhuma resposta.

Com um carro de som em frente à Câmara de Vereadores, a mãe de Beatriz, Lúcia Mota, bradou: “Essa casa não representa Petrolina. Essa casa acolhe pessoas que estão sendo processadas, criminosos. É isso que está acontecendo aqui. Quantas mães já tiveram a oportunidade de vir aqui defender seus filhos?”.

Lúcia também questionou por diversas vezes o que Alisson alegou à Polícia no dia do crime. “Este homem apagou as imagens do assassino de Beatriz. Apagou e deu fuga ao assassino. Ah, não foi você, Alisson? Então quem foi? (…) Porque fugiu? Porque não ficou e se defendeu? Porque não procurou a família? Porque não se explicou à sociedade?”, acusou.

Em nota, a Câmara de Vereadores de Petrolina explica que “sempre foi solidária a dor da família e, com a mesma expectativa de todos, aguarda o desfecho da investigação”. Em nota, a instituição explica que o uso da tribuna é livre e que foi cedida por duas vezes aos pais de Beatriz. “Esta casa não poderia cercear o direito ao Dr. Wank, que solicitou o espaço através de ofício, para prestar os devidos esclarecimentos sobre a decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco, que deu provimento à revogação da prisão de Alisson Henrique de Carvalho Cunha”, acrescenta. (Diario de PE)

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