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Chuva volta, mas principal reservatório de SP continua a baixar

Chuva atigniu SP nesta segunda-feira (Foto: Reprodução/TV Globo)

A chuva que atingiu a Grande São Paulo entre a noite de segunda-feira (30) e a manhã desta terça, que deixou a capital em estado de atenção para alagamentos e interrompeu um período de 46 dias de estiagem, não foi suficiente para atingir a média do mês de julho.

A quantidade de chuva deste mês de julho corresponde somente a 37% do esperado para o mês, de acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE). Eram esperados 44,6 milímetros de chuva em julho, mas até agora, segundo o CGE, choveu 16,3 milímetros _só nesta segunda foram 15,9 mm.

A chuva também atingiu a região da Cantareira, no interior paulista, mas não foi suficiente para melhorar o nível dos reservatórios do sistema, que segue em estado de alerta, operando com 39,6% de sua capacidade. Na segunda (30), o sistema tinha 39,7%.

Na prática, o estado de alerta (igual ou abaixo de 40%,) reduz a quantidade de água que a Sabesp pode retirar do manancial de 31 mil litros por segundo para 27 mil litros por segundo. A determinação da agência de volume máximo de água a ser retirada deve ser cumprida sempre a partir do primeiro dia do mês seguinte.

De acordo com a Sabesp, a chuva que atingiu o Sistema Cantareira entre segunda (30) e terça (31) foi de 10,7 milímetros. O acumulado do mês foi de 11,8 milímetros, bem abaixo da média histórica do mês de julho, de 48,7 milímetros.

Próximos dias - Nesta terça-feira e nos próximos dias, as chuvas devem aparecer de forma isolada. "A previsão de chuvas significativas é só para o começo da semana que vem, mas a frente fria que chegou a São Paulo na segunda (30) já conseguiu interromper o período de 46 dias de seca", diz o meteorologista Michael Pantera, do CGE.

Em 2012, São Paulo passou por uma seca ainda maior, com 65 dias de estiagem. Em 2011, foram 42 dias de seca, segundo o Inmet.

Grande SP gasta 15,4% mais do que pós-crise hídrica - A Grande SP gasta, atualmente, 15% menos água do que em 2013, período pré-crise hídrica, segundo a Sabesp. Porém, de acordo com dados obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), o consumo aumentou 15,4% no primeiro trimestre de 2018, em relação ao mesmo período de 2015, época de crise.

Uma das razões para a redução de consumo é a mudança nos hábitos nos condomínios, que temiam o racionamento durante a crise hídrica. Em maio de 2014, o volume do Sistema Cantareira atingiu 29,6% de sua capacidade e e a Sabesp passou a operar bombeando água de seu volume morto.

Passada a crise, especialistas apontam que ações de reúso de água de chuva para limpeza de áreas comuns do condomínio, por exemplo, se mantiveram nos últimos quatro anos.

Outros hábitos mais pessoais, como duração do banho, podem ser os responsáveis pelo aumento do consumo. Depois da crise, o paulista pode ter retomado seus hábitos e voltado a gastar mais água.

“Bons hábitos se mantiveram, especialmente nos condomínios. As pessoas passaram a economizar mais, mas com a Sabesp e o Governo negando a gravidade da situação, há quem relaxe e acabe gastando mais”, opina o geólogo e professor da USP Pedro Luiz Côrtes.

Ações como não varrer a calçada com mangueira, fechar a torneira enquanto se escova os dentes e tomar banhos mais rápidos viraram parte da rotina dos paulistas e impactam também no bolso. A redução do valor da conta é um dos motivos para o novo comportamento de consumo, de acordo com o vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Hubert Gebara.

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